AOC - A denominação: Apelação de origem controlada

"Uma geração é necessária para dar uma verdadeira existência a uma nova denominação" lembram os vinhateiros do Beaujolais.

Uma denominação – atribuída pelo Instituto Nacional da Origem e da Qualidade (INAO) – é muito bem aceita pelos vinhateiros que graças a ela podem assegurar uma identidade e uma qualidade controlada dos seus produtos. A aventura das AOC é relativamente recente e os crus do Beaujolais datam dos primeiros decretos, em setembro de 1936. Nesta época, suas denominações eram: Chiroubles, Fleurie, Chénas, Morgon e Moulin-à-vent, a mais antiga.

O processo, que avalia o conjunto das condições de produção: do vinhedo até à adega, da vinificação até o engarrafamento, foi aplicado, em setembro de 1937 à denominação regional Beaujolais da qual fazem parte os condados de Villefranche, Anse e Bois d'Oingt, assim como várias aldeias dos condados de Arbresle e Tarare. Decretos oficiais sobre o Beaujolais branco foram assinados no mesmo dia: um cultivo confidencial que merece ser descoberto.

E chegaram, no final, as denominações do Juliénas em março de 1938, do Brouilly e da Côte de Brouilly em outubro 1938. O Saint-Amour se juntou à família dos crus em fevereiro de 1946, antes que o Régnié obtivesse consagração em dezembro de 1988.